domingo, 22 de agosto de 2010

3 Meses


Tudo isso que ja foi escrito até agora fazem 3 meses. Estamos juntos há 3 meses e não é fácil namorar à distância. Muita coisa entra em jogo, a saudade, o tesão, a falta que a pessoa faz todos os dias. Mas mesmo assim é como se ele estivesse do meu lado, todos os dias. A gente supera isso se falando todos os dias no telefone, na internet e no skype. Mesmo ele estando longe, é como se ele estivesse simplesmente na casa do lado.

Eu cheguei a um nivel de felicidade em 3 meses que eu nunca tive em 22 anos. É mágico, na verdade. E só é possível superar a dor da distância porque o amor é maior do que isso. É com ele que eu quero ficar a minha vida toda e essa certeza é muito forte dentro de mim.

Assim que der vamos nos reunir no nosso "halfway", nosso meio do caminho, que é onde a gente vai colocar essa distãncia em dia. Tirar o atraso e fazer tudo junto. Não hesito em dizer que EU TE AMO. te digo isso todos os dias e quer dizer isso pra sempre. Porque não é simplesmente um desejo, é um sentimento incrustrado, você está gravado no meu coração, sua letra foi fincada nele a ferro quente, pra ficar marcado e não sair mais.

Te Amo. Feliz 3 meses de namoro! Você me faz o cara mais feliz do mundo todos os dias.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Domingo, 23 de maio de 2010 / Segunda, 24 de maio de 2010 - Versão Leandrin


Acordei sem a certeza de que estava realmente acordado, parecia ainda um sonho todo aquele finde semana com ele... Foi quando o vi em pé se arrumando e como sempre lindo. Ficamos nos pegando por mais um tempo (rsrs), e mesmo sabendo que devíamos levantar pra ninguém desconfiar; sair de perto dele e parar de beijá-lo não era tão fácil. E ainda por cima ele estava com medo porque tinha sonhado com alguém arrombando a porta... Não fiz outra coisa a não ser rir...kkkkk Enfim saímos do quarto, e o combinado seria almoço em família (¬¬’) e depois sairíamos à tarde, talvez no BH shopping. Meu primo saiu pra organizar um evento da parada lá e ficou combinado que quando ele chegasse nos ensinaria, ou iria com a gente até o BH shopping... Minha avó tinha ido à missa... Mas enfim, ai fomos pro computador, ele escrevendo sobre o filme do dia anterior, e eu sentado na janela... Como a casa é grande e tal, e meu tio se encarregou de fazer pães de queijo e ao mesmo tempo cuida da minha priminha, ficamos quase que sozinhos. Esse momento embora simples foi mágico, quando achava seguro me aproximava dele, dávamos uns beijos,ficava perto, mas não podia passar daquilo. Ele escrevendo no computador todo sério,como já disse é muiiiito sexy e fofo e tudo!


Ele resolveu tirar fotos, nossas é claro, mas como vi que não daria quis tirar fotos com a Julie a rottweiler, porque era nos fundo e teríamos mais liberdade pra fotos... Ele morrendo de medo claro, tirou fotos da janela mesmo. Dizem que os animais se parecem com os donos, a Julie não parava quieta, conclusão, nenhuma foto aproveitável...Assim que terminamos de tirar as fotos fui ao ataque (rsrs). Pulei a janela, arrastei ele pro banheiro e ai sim beijei e amassei ele direito, o que já estava querendo fazer desde o primeiro beijo roubado do dia...

Já estava ficando tarde e o primo não voltava. Ou seja, sem shopping aquele dia... Mais isso eu já sabia desde o momento q meu primo disse voltaria rapidinho... Meu tio resolveu ir embora... e tambores rufaram (rsrs)! Ficaríamos sozinhos? Sexo a tarde? A historia do filme horroroso de ontem havia sido escrita? (rsrs)... No mesmo instante meu primo chegou e mais uma vez nada de ficarmos sozinhos... Fomos pra sala, assistíamos TV, eu meu primo e meu namorado (olha que fofo poder dizer isso) conversamos até que minha avó chegou... Ficamos na sala assistindo Pânico na TV.Dessa vez eu e ele no mesmo sofá. Ele sentado e eu deitado, aproveitei pra carinhosamente com os pés lhe acariciar... Começou a esfriar e meu primo pegou um edredom e se cobriu, foi quando resolve pegar uma colcha, nos cobrir e ficar mais a vontade para acariciar ele.Ficamos assim por um tempo até q ele se levanta e fala q vai dormir... Eu tento despistar, mas não consigo quase em seguida vou dormir também... Entro no quarto fecho a porta. Escovo os dentes, ele me empurra contra a parede, me beija loucamente e fiquei sem ar... Começamos na cama e logo fomos para o colchão no chão... Domingo o ritmo foi mais intenso... tudo estava ótimo mas eu comecei a me sentir mal, e não consegui continuar... fiquei sem graça mais um vez, tomamos banho e voltamos pro cholcão... começei a beija-lo e o clima foi esquentando com os amassamos e me senti melhor e nós dois gozamos...
Enfim, outro banho e um dos momentos q vão ficar pra sempre na memória aconteceu... Ele se sentou encostado na parede igual ao dia anterior e eu me deitei sobre ele... ficamos conversando , sobre nós, sobre tudo... Mas ele de uma forma muito fofa pediu pra invertermos, eu me encostei na parede e ele se encostou em mim...Foi quando mais acariciei ele... Foi mágico, fofo, romântico, e definitivamente seguro. =D

Começou a amanhecer e já nos enxergávamos bem no escuro... Ai fiz o que já queria ter feito amais tempo, mas aquele momento perfeito permitiu eu fazer de uma forma mais romântica, tirei meu brinco e lhe dei. O um motivo pra fazer isso, é porque era algo meu, mais o mais importante é porque ele havia dito que foi que do tinha em visto de brinco que tinha se apaixonado pro mim..., Ou seja aquele brinco representava nosso amor =D

E mesmo ele com horário pra pegar o ônibus, não conseguíamos sair do quarto, sabíamos que era nosso ultimo momento juntos por tempo indeterminado... Quando conseguimos sair, devoramos o café, e saímos... no ônibus, não quis admitir a ele,mas estava realmente passando mal, muito tonto, dor de cabeça intensa, e me sentindo fraco... Chegamos em cima da hora do ônibus dele... Demos um abraço forte e uma pausa que nos encaramos que foi praticamente um beijo, invisível a todos, mais sentido por nós dois... fiquei olhando ele de longe entrando no ônibus, esperando ele me olhar de novo e se despedir, como tava cheio e ele se distraiu e não me viu, me virei subi comprei minha passagem e ainda bem que fui no ônibus executivo e lá tinah água, fiquei pior q antes... Cheguei em casa, tomei um banho e mandei um mensagem pra ele...



A distancia é um problema?Sim é, mas eu nunca gostei das coisas fáceis mesmo (rsrs) e pelo amor mais forte e sincero q já senti a distancia não é nada....

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Domingo, 23 de maio de 2010 - Versão Vinny




Ele estava dormindo como um anjo. Essa foi a visão que eu tive na manhã de domingo. Isso depois de eu ter dormido tão profundamente que sonhei que estava lá com ele, e acordei assustado achando que alguém iria derrubar a porta do quarto. Ledo engano. Se não fosse essa bobeira, a gente podia ter ficado mais tempo no quarto. Mas mesmo assim foi bom porque eu fiquei sentado olhando ele dormir, até que ele acordasse. Mesmo a gente sabendo que tinha que levantar e sair do quarto, antes que todo mundo estranhasse, a gente não conseguia se desgrudar. Cada segundo, cada momento era precioso demais. Só que a gente tinha que ir, né?
A gente saiu do quarto e vimos que a casa estava vazia. (Frustração) Sim, podíamos ter ficado mais tempo no quarto. Mas a grande questão do dia era: o que iríamos fazer? A gente ia sair, não ia, o que ia acontecer? Bom, um outro tio dele chegou em casa e passou o dia lá, e levou também a filhinha mais nova, que é um amor.

Durante o dia, sempre que dava, a gente trocava uns beijinhos. Decidimos que íamos no shopping e passamos a tarde conversando. O primo dele quis ir conosco, mas ia sair pra outro lugar antes, então tivemos que esperar. A gente viu o filme que estava passando na televisão, junto com o resto da família, e mesmo assim ele me lançava uns olhares de vez em quando que me deixavam louco. Até que eu pedi para ir para o computador escrever sobre o filme horroroso que eu tinha visto no dia anterior. Ali, eu vi ele sentado na janela, olhando pro nada, do mesmo jeito que ele estava na foto que eu mais gostava dele. Às vezes ele sentava mais perto, às vezes mais longe, me observando escrever – o que ele disse que foi muito fofo de olhar. Mais fofo eram os beijos que ele me dava enquanto a gente estava ali, vivendo perigosamente já que o tio ainda estava em casa, mas a avó tinha ido para a igreja.

Fui buscar a câmera para tirar fotos, mas a tentativa foi um tanto frustrada. Ele disse que queria umas com a cadela dele, já que ele não tinha muitas, e então ele foi brincar com ela enquanto eu tirava as fotos (nem morto eu chegava perto dela!) Ele foi com ela até o quintal de trás, e eu fui para o último quarto, cuja janela dava para esse quintal. Uma das fotos dele que eu mais gostei foi essa, onde ele estava na janela. Óbvio que eu dei um beijo nele ali também. Não sei bem que hora foi, mas teve um momento em que ele entrou em casa pela janela do quarto e me arrastou pro banheiro, me beijando lá dentro com a porta fechada. Convivendo lado a lado com o perigo de sermos pegos.

De volta ao computador, esperando o tio dele ir embora, já que íamos ficar sozinhos, ele tirou uma foto minha sentado no computador escrevendo – ou isso foi antes? Não lembro, mas lembro da espera pelo tio ir embora, e ele tinha acabado de fazer duas fornadas de pão de queijo. Agora a gente ia ter que comer. E o tempo estava passando rápido, já era noite e o primo não voltava. Ou seja, sem shopping aquele dia. Àquela altura já estávamos conformados em ficar em casa, quando o tio foi embora, mas o primo chegou. Ele fez uma cara de decepção tão grande, que foi muito visível para o primo, que perguntou “O que vocês estão escondendo?”. Era a vontade de ficar sozinhos que estava sendo morta naquele momento. Mas ainda tinha a noite toda.

Foi-se um tio, chega-se outro. O tio do dia anterior, mais a esposa, vieram e ficaram mais um pouco. Até que ela era muito legal de se conversar. E foi só o que fizemos depois, mesmo quando os tios foram embora. Aproveitamos o clima, eu, ele e o primo, para conversar sobre o que a gente achava da causa gay, dos problemas da sociedade com isso, e dos nossos próprios problemas. A conversa estava fluindo naturalmente. Até que a avó chegou e o assunto mudou de rumo.

Não fizemos nada mais além de ver TV naquela noite. Tinha sobrado lasanha do almoço e a gente comeu. Quando voltamos pra sala, ele, que sempre sentava no sofá mais longe, sentou no meu sofá e ficou deitado com os pés me tocando. Sempre com os olhares que ele me dava. E eu de olho no primo pra ver se ele não estava vendo. Afinal, o problema ali era que eu, até então um desconhecido de todos, estava entrando no espaço deles, não importava se era o namorado de alguém da família e mais: justamente por isso, era estranho levar o namorado na casa da avó!
Mas quem disse que eu, ou ele, ligávamos pra isso? A uma certa altura ele foi buscar uma coberta, porque realmente estava frio, e colocou sobre os pés. Minha mão foi rapidamente pra debaixo da coberta e eu fiquei massageando os pés dele. Ele disse que o primo viu, mas eu não reparei.

O tempo estava passando e eu só estava esperando o momento certo pra levantar dali e ir dormir. Não agüentava esperar mais o momento de ficar sozinho com ele de novo. Quando decidi ir, me despedi do primo, porque não sabia se ia vê-lo no dia seguinte. Fui para o quarto pensando já no que eu faria pra ele, já que era a última noite e eu queria que fosse melhor pra ele do que pra mim, sabe, deixar mais uma boa lembrança.

Quando ele chegou, acho que só foi o tempo de escovar os dentes pra eu atacar ele e encostá-lo contra a parede. Sei que naquele momento eu beijei muito, mas como se nunca mais fosse beijá-lo. O tempo estava acabando e eu tinha que aproveitar. Foi uma noite incrível e especial. Começamos na cama e logo fomos para o colchão no chão, onde a gente ficava mais a vontade. Tenho a impressão de que foi mais intenso dessa vez, porque demorou mais todos os movimentos. Fizemos amor em todas as posições possíveis, mas ele se sentiu um pouco mal depois e a gente teve que parar.

Sem problemas. A gente foi para o chuveiro tomar um bom banho gostoso para revigorar a nós dois. Nesse fim de semana eu tinha ficado preocupado em fazer ele gozar, o que aconteceu depois do banho. Voltamos para o colchão e ficamos nos nossos amassos habituais tão gostosos, e ali a gente ficou se tocando até que os dois gozassem. Claro que a gente precisou de outro banho depois.

Ele foi tomar uma água, ainda estava se sentindo um pouco mal, e quando ele voltou ficamos agarradinhos e dormimos. Devemos ter dormido só até umas 3 da manhã, e depois ficamos o resto da noite conversando. Foi um momento bom em que relembramos tudo pelo que tínhamos passado e as coisas que ainda iríamos passar. Teve uma hora que eu sentei na posição do dia anterior, que eu tinha gostado, com ele sentado na minha frente, encostando a cabeça no meu peito e eu o abraçando. Ficamos assim por um bom tempo, depois deitamos e a gente reparou que nós tínhamos um lado preferido. Ele o direito, eu o esquerdo.

Até nisso a gente se completava. Foi quando eu tive a idéia de inverter as posições. Ele sentado encostado na parede e eu no colo dele, com a cabeça encostada no seu peito. Não sei porque eu, sempre tão egoísta quando se trata de carinhos, naquele momento me entreguei. Fiquei totalmente na dependência dos carinhos dele e conversamos um pouco mais. Aquele momento foi o meu preferido. Foi a cena que ambos escolhemos para ficar na memória. Um momento mágico e especial que era como se eu tivesse dito que, assim como ele tinha dado o coração dele pra mim, eu tinha feito o mesmo.

O dia estava amanhecendo. Já podíamos ver o rosto um do outro quando ele fez a coisa mais linda daqueles três dias. Ele me deu o brinco dele. E não só como uma lembrança qualquer. Ele disse que queria me dar o brinco porque foi quando eu o vi de brinco a primeira vez que eu me apaixonei de verdade. E foi mesmo. Mas nunca imaginei que aquilo iria ficar simbolizado em alguma coisa e ali estava, materializado na minha frente numa forma tão pequena, mas muito especial. Fiquei sem palavras e quase chorei. Dei o abraço mais apertado e afetuoso que eu consegui.

O dia estava terminando – ou começando? – e a gente não conseguia se desgrudar. As horas foram passando e eu prometi a ele que iria voltar. Que iria passar rápido e pedi a ele para me esperar, que eu voltava. Nunca amei assim na vida. Não sei se vou amar de novo assim na vida. É por isso que com ele é especial e não quis perder o que a gente tinha. Eu tinha que voltar pra casa, mas quem disse que eu conseguia?

Faltando alguns minutos pra gente ir, ele me agarrou mais uma vez e foi muito intenso. Tanto que ele me fez gozar mais uma vez. Não vou esquecer a química que a gente tem, o fogo que se forma quando estamos juntos e os momentos que ele me proporcionou. O cara mais lindo, mais quente e mais gostoso com quem eu já fiquei. E ele era meu. Meu namorado.

Fui tomar banho e me arrumar. Nos beijamos mais, nos despedimos mais, e deixamos a casa com tanta rapidez que eu achei até falta de consideração com a avó e com a casa, que me deu o melhor fim de semana da minha vida. Mas eu tinha que ir, ou perdia meu ônibus (nota para a próxima viagem: não comprar a passagem de volta com antecedência). O transito na ida não ajudou muito, tinha um engarrafamento e eu estava com medo de perder o onibus. Mas a uma certa altura nem ligava pra isso. Se atrasasse, eu podia ficar com ele um pouco mais de tempo. Conseguimos um lugar no ônibus onde podíamos sentar juntos e até ali ele foi fofo, mesmo com sono e se sentindo mal. Demos as mãos e eu não queria mais desgrudar dele. Aproveitei o transito para tirar a única foto nossa, já que eu não consegui tirar fotos na casa e não ia ter tempo depois.

Quando descemos do ônibus, a anta aqui ainda errou o caminho e foi para o lado errado. Quando encontramos o caminho certo, eu tinha que correr. Queria ainda ir com ele comprar a passagem dele, do ônibus dele, mas não dava tempo. Cheguei com o ônibus já na plataforma. Tinha que me despedir e dei um abraço nele deixando meu coração com ele, prometendo que eu iria voltar. Por um pouquinho não dei um beijo nele ali, em público, não estava ligando. Pena que não dava. Nos despedimos. Eu disse Eu Te Amo. Ele me disse Eu Te Amo. E eu fui para o ônibus. Queria ver aonde ele tinha ido mas não consegui. Passei as próximas 6 horas pensando na viagem que faria de volta (mentirinha, dormi 3 delas rs).

A primeira coisa que fiz quando cheguei em casa, 6 horas depois, foi colocar o brinco dele em um cordão, pra eu usar sempre. Levar aquele pedacinho dele junto do meu coração. Tive que colar as pontas, porque o brinco tinha quebrado, mas não faz mal. Aquele brinco era a minha lembrança daquele fim de semana perfeito. Eu ia voltar a vê-lo no skype no mesmo dia. Mas nunca mais ia vê-lo da mesma forma. Era meu namorado quem estava ali do outro lado da tela. E eu o amo mais do que tudo. Minha vida mudou, minha mente mudou. Se a distância vai ser um problema? Claro que vai. Mas os problemas servem para serem resolvidos. E é isso que eu vou tentar fazer. Pelo amor mais puro que eu já tive.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Sábado, 22 de maio de 2010 Versão Leandrin

Acordei no paraíso me sentindo o mais feliz dos mortais. Estava escuro ainda, pouco tempo antes de amanhecer, ficamos nos acariciando e beijando enquanto ia clareando. Aos poucos íamos nos enxergando no escuro, aqueles olhos lindos brilhantes me encaravam, aquelas mãos me acariciavam, quando ele vira e me pede em namoro e de uma forma tão mágica que nem ouso tentar explicá-la. E eu aceitei imediatamente. Era isso queria não restava duvida, faria o possível e o impossível para tê-lo comigo. Saímos do quarto dando vários beijos porque não sabíamos quando poderíamos beijar novamente.

O apresentei a meu primo Leo. Fomos pra frente da TV e lá ficamos em sofás separados, mas meu desejo era me deitar sobre seu colo e dar muito carinho... Almoçamos pegamos um ônibus e fomos pro Shopping. Chegamos compramos ingressos pro Fúria de titãs e ficamos andando pelo shopping. Vimos roupas, tênis, e cartões de namorados, um mais fofo que o outro e o Marcos me convida pra um lugar onde pudéssemos conversar, fomos pra praça de alimentação. E ele me fala sobre as conseqüências de estarmos namorando e o que efetivamente isso significaria. Nosso namoro se oficializou.

Nos encaminhamos pro cinema, já me imaginava o beijando e abraçando, mas o cinema lotou. Ficamos de mãos dadas, e como sei do seu fascínio por filmes não tentei beijá-lo, não queria atrapalhar ele a ver o filme. Por varias vezes eu parava de assistir e ficava só olhando pra ele, admirando seu rosto, sua boca, seus olhos. Acho que ele nem percebeu que o encarava tão fixamente, peguei sua mão e comecei a massageá-la, queria expressar todo meu amor por ele, e quando uma cena escura apareceu, ele veio e me roubou um beijo.

Cansados com essa confusão de ônibus resolvemos pegar um táxi, ao passar por um trecho deserto eu lhe roubo um beijo. Chegamos em casa fechamos a porta do quarto ele mal tinha tirado o tênis e o casaco quando eu comecei a tirar meu cinto, vejo aquele olhar de desejo pra mim. Me aproximo dele pego o cinto, passo por seu pescoço e o puxo pra perto de mim matando meu desejo por um beijo seu. Beijávamos-nos loucamente nervosismo não mais, queria compensar a noite passada sendo mais ousado.Acho q realmente gostei dessa historia de cinto porque tirei o cinto dele e repeti a cena anterior, agora com ele sobre mim... E foi o que aconteceu,quando conseguimos parar de nos beijar arrumamos a cama no chão, ele me pergunta se estou preparado.

Digo que sim e aproveito aquele momento, todas as 4 vezes, cada uma especial a seu jeito. sempre imaginei que seria bom, mas nesse caso foi espetacular, pois era feito com muito amor, e desejo é claro. Numa única noite aprendi todas as principais posições. Mas isso é algo q só interessa a nós. Tanto é q pras minhas amigas, não contarei muitos detalhes. Apenas o como foi bom e maravilhoso. Depois ficamos abraçadinhos, conversando sobre nós, sobre tudo. Numa das posições que me marcaram muito. Ele sentado encostado na parede e e deitado sobre ele. Me senti protegido e seguro,como se nada mais importasse, e realmente nada mais importava,apenas ele junto a mim. Fazendo de tudo para que aquele momento não acabasse, era o segundo dia mais um vinha pela frente e não queria pensar na despedida agora.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sábado, 22 de maio de 2010 - versão Vinny

A noite foi maravilhosa. Naquele dia senti que deveria estar ali por ele. Mesmo ele parecendo nervoso, o que é natural na posição que ele se encontrava, era tão fofo o jeito que ele estava, o jeito que ele me olhava, o jeito que ele me abraçava. Aliás, ele me deu um abraço muito, mas muito forte. Naquela hora eu sabia que eu iria querer aquele abraço pra sempre. Dormimos um pouco e quando acordamos ainda no meio da noite, ficamos nos abraçando e beijando de uma forma que eu particularmente adorei. Ele estava sentado no meu colo, de frente pra mim, então pude apertá-lo contra o meu corpo várias vezes, e assim beijá-lo melhor. Não demorou muito para eu colocá-lo deitado de novo e foi olhando pra ele do alto que eu o pedi em namoro. Ele aceitou e eu estava tão feliz que não pensei nas conseqüências do que eu tinha acabado de fazer. Mas tudo bem, tínhamos mais dois dias pela frente pra estabelecer as regras do jogo. Eram mais de seis horas da manhã quando fomos dormir, mas acho que eu dormi mais do que ele naquele dia...

Acordamos, visivelmente cansados, apenas algumas horas depois. Eu fui pra sala pra assistir televisão, estar ali naquele ambiente me deixava um pouco desconfortável. Afinal, eu estava na casa dos parentes dele e não conhecia ninguém ali, e eles não sabiam de nós. Mas mesmo na sala, quando eu estava no sofá, e ele em outro sofá mais longe, ele era fofo. Ficava me olhando de longe, me lançando beijos e olhadas lindas, e eu sabia que a vontade dele era de chegar mais perto, assim como a minha também era. Porém, a casa estava muito cheia de gente, para fazermos isso.

Passamos o início da tarde assim, trocando olhares e um ou outro beijo esporádico. A idéia para aquele dia era que assistíssimos a um filme e depois iríamos voltar para a nossa boate – aquela do dia anterior que ficou pra sempre marcada na minha memória. Quanto ao cinema, ele tinha que conhecer esse meu lado, saber como é ir no cinema comigo (rs). Depois de mais uns momentos de sufoco para achar o ônibus certo para chegar no shopping, finalmente saímos de casa e dessa vez não foi tão estranho estar no mesmo ônibus que ele. Sabíamos que a noite anterior tinha dito tudo o que queríamos saber.

Quando chegamos no shopping, fomos direto comprar os ingressos do filme – Fúria de Titãs – e depois demos umas voltas pelas lojas. Vimos algumas roupas, conversamos um pouco, mas eu queria mesmo sentar em algum lugar e conversar com ele. Foi na praça de alimentação, com dois copos de refrigerante, que a gente conversou. Colocamos os pontos de vista de cada um ali, e assumimos o nosso namoro como uma das tarefas mais difíceis que iríamos realizar, mas que valia a pena. Eu sabia naquele momento que era loucura, mas eu estava totalmente “I don’t care!” naquela hora. Não me importava quantas viagens eu iria ter que fazer pra BH, eu queria namorar com ele. E se ele estivesse de acordo com a loucura toda, eu iria me esforçar pra isso acontecer. E foi o que aconteceu, ele concordou. Conversamos também sobre o porque ele estava nervoso no dia anterior e eu deixei bem claro que só iria acontecer o que ele quisesse. Não fui ali atrás de outra coisa, a não ser o coração dele.

Quando entramos no cinema, achamos que iríamos ficar mais à vontade, mas filme em estréia sempre lota cinema. Por sorte, o filme ajudou sendo um saco, e eu pude curtir muito mais as minhas mãos dadas com as dele, acariciando e fazendo massagem, praticamente o filme inteiro. Algumas pessoas olharam (ele jura que o cara na poltrona de trás chutou a dele), mas a gente tinha ligado o “foda-se” ali. Eu, particularmente, estava pronto para comprar uma briga com quem fosse. Uma hora, quando a cena no filme ficou mais escura, aproveitei para beijá-lo, e quebrei mais um paradigma meu. Geralmente não sou de namorar no cinema, mas era irresistível ver aquela carinha dele pedindo e eu não fazer nada. Beijei mesmo, e ai de quem reclamasse.

O filme acabou e nós voltamos para o shopping. O filme foi péssimo, embora a sessão tivesse sido ótima, mas não ótima o suficiente para nos fazer descansar. Estávamos cansados do dia anterior, a gente quase não tinha dormido e estávamos com fome. Não ia ter boate, quem sabe no dia seguinte. Conversamos mais um pouco, dissemos “Eu te amo” várias vezes e voltamos pra casa, de táxi, já que ficamos perdidos com relação ao ônibus de novo (rs).

Chegamos em casa, fomos direto pro quarto, e eu achei que pelo menos eu iria trocar de roupa. A minha surpresa foi que ele me atacou direto, assim que a gente chegou, acho que só deu tempo de tirar o tênis e o casaco. Aquele foi o princípio do que foi uma noite incrível. O que tinha acontecido com ele, eu não sei, mas ele estava outro, transformado, como se os medos dele tivessem ido embora. Ficamos agarrados, abraçados, nos beijando e trocando os carinhos e amassos mais gostosos da minha vida. Estava impressionado com o quanto ele sabia ser gostoso, mesmo sem nenhuma experiência. Experiência essa que deveria estar comigo, mas naquele momento não sabia muito bem o que fazer. Ele me deixava sem ar, sem o que pensar, e eu ainda tinha que pensar em fazer tudo com carinho, deixando ele à vontade, já que era a primeira vez dele.

Perguntei se ele estava pronto para avançar, se era o que ele queria. Ele disse sim. Começamos e tudo foi muito bom. Foi mágico e foi mais fácil do que eu esperava. Acho que ele estava bem mais relaxado do que o dia anterior, o que facilitou as coisas. Não vou entrar em detalhes do que aconteceu, prefiro manter isso na minha memória, porque certamente faremos de novo. Mas foi a melhor experiência da minha vida, sem nenhuma dúvida. Porque foi feito com amor, o mais sincero e puro amor que eu já dei e recebi. Foi fantástico. Todas as quatro vezes.

Ficamos abraçadinhos, e conversamos mais um pouco, uma das vezes numa das posições que eu mais gostei. Eu sentei encostado na parede e ele ficou no meu colo, deitado na minha frente. Foi lindo. Ele é lindo. Dormimos mais cedo, mas acordamos várias vezes à noite. Descansamos bastante, depois de termos nos cansado mais ainda (rs). E esse foi o segundo dia. Só tinha mais um pela frente, mas fiquei impressionado como estava passando devagar.