terça-feira, 21 de setembro de 2010

4Meses - Top 10 Songs

Oie!
4 meses! *_* Nem dá pra imaginar o quanto eu amo o Leandrin. Quanto mais o tempo passa, mais eu amo o jeito, o olhar, o sorriso, a risada, tudo dele! Amo Amo AMOOOOOO e nao me canso de dizer isso nunca!

Vou lutar até o infinito pra te ter comigo pra sempre!!!!

Pra comemorar o niver de namoro, separei um Top10 das nossas músicas, aquelas que mais me lembram os nossos melhores momentos juntos.

10 - When You're Gone
Avril Lavigne



09 - Tell me What We're Gonna do Now
Joss Stone



08 - The Only Exception
Paramore



07 - Love Story
Taylor Swift



06 - Need You Now
Lady Antebellum (clique na imagem)













05 - Meet Me Halfway
The Black Eyed Peas



04 - OMG
Usher feat. Will.I.Am



03 - Equalize
Pitty



02 - Lucky
Jason Mraz feat. Colbie Caillat (clique na imagem)












01 - Kissing You
Miranda Cosgrove (clique na imagem)



When I'm kissing you, my senses come alive... Almost like the puzzle piece I've been trying to find!

Para o mundo que eu quero descer!


É tão engraçado como meu mundo mudou de ponta cabeça e ao msm tempo permaneceu tão igual...

Por um lado eu paguei língua, por que todas minhas teorias sobre o amor ser o papai Noel dos adultos (adoro isso ainda kkk) foi jogada no ventilador. Um cara frio como eu sou, não era de se esperar que me apaixonasse dessa maneira... e tudo que senti antes por outro caras hoje vejo que não passava de admiração...

Só com o Vinny eu senti o que é verdadeiramente amar alguém. E mesmo a distancia ñ me fará desistir por que nada se compara a esse sentimento, por ele luto até o fim...Eu encontrei o amor e ele é lindo.. like a rainbow




...

"But I see your true colors
shining through
I see your true colors
and that's why I love you
so don't be afraid to let them show
your true colors
true colors are beautiful
like a rainbow"

...




Estou isnpirado hoje (e humilde também) ... Essa música é linda, é o tema do casal gay da novela das 7 e teve uma versão no glee... Assitam ai ó...



Voltando a meu mundo (egocentrismo é mara ... kkk)
Se por um lado tudo mudou por outra continua o mesmo...
ainda continuo morando numa cidade que não gosto, pra não dizer detesto. Sem perspectiva de mudança... Planejei há tanto tempo me livrar desse lugar que é frustrante quando da errado, uma vez após a outra... Sei que preciso esperar, mas é estou cansado de sonhar e quebrar a cara em seguida... Enfim foi só um desabafo, aloka!


PS: amanha 4 meses de namoro kkk o que significa 1 mês sem postar nada...
1 mais um pouco de amor na minha vida... bjos pro meu namorado LINNNDO!


-------------------------------------->V S2 L<-------------------------------------

domingo, 22 de agosto de 2010

3 Meses


Tudo isso que ja foi escrito até agora fazem 3 meses. Estamos juntos há 3 meses e não é fácil namorar à distância. Muita coisa entra em jogo, a saudade, o tesão, a falta que a pessoa faz todos os dias. Mas mesmo assim é como se ele estivesse do meu lado, todos os dias. A gente supera isso se falando todos os dias no telefone, na internet e no skype. Mesmo ele estando longe, é como se ele estivesse simplesmente na casa do lado.

Eu cheguei a um nivel de felicidade em 3 meses que eu nunca tive em 22 anos. É mágico, na verdade. E só é possível superar a dor da distância porque o amor é maior do que isso. É com ele que eu quero ficar a minha vida toda e essa certeza é muito forte dentro de mim.

Assim que der vamos nos reunir no nosso "halfway", nosso meio do caminho, que é onde a gente vai colocar essa distãncia em dia. Tirar o atraso e fazer tudo junto. Não hesito em dizer que EU TE AMO. te digo isso todos os dias e quer dizer isso pra sempre. Porque não é simplesmente um desejo, é um sentimento incrustrado, você está gravado no meu coração, sua letra foi fincada nele a ferro quente, pra ficar marcado e não sair mais.

Te Amo. Feliz 3 meses de namoro! Você me faz o cara mais feliz do mundo todos os dias.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Domingo, 23 de maio de 2010 / Segunda, 24 de maio de 2010 - Versão Leandrin


Acordei sem a certeza de que estava realmente acordado, parecia ainda um sonho todo aquele finde semana com ele... Foi quando o vi em pé se arrumando e como sempre lindo. Ficamos nos pegando por mais um tempo (rsrs), e mesmo sabendo que devíamos levantar pra ninguém desconfiar; sair de perto dele e parar de beijá-lo não era tão fácil. E ainda por cima ele estava com medo porque tinha sonhado com alguém arrombando a porta... Não fiz outra coisa a não ser rir...kkkkk Enfim saímos do quarto, e o combinado seria almoço em família (¬¬’) e depois sairíamos à tarde, talvez no BH shopping. Meu primo saiu pra organizar um evento da parada lá e ficou combinado que quando ele chegasse nos ensinaria, ou iria com a gente até o BH shopping... Minha avó tinha ido à missa... Mas enfim, ai fomos pro computador, ele escrevendo sobre o filme do dia anterior, e eu sentado na janela... Como a casa é grande e tal, e meu tio se encarregou de fazer pães de queijo e ao mesmo tempo cuida da minha priminha, ficamos quase que sozinhos. Esse momento embora simples foi mágico, quando achava seguro me aproximava dele, dávamos uns beijos,ficava perto, mas não podia passar daquilo. Ele escrevendo no computador todo sério,como já disse é muiiiito sexy e fofo e tudo!


Ele resolveu tirar fotos, nossas é claro, mas como vi que não daria quis tirar fotos com a Julie a rottweiler, porque era nos fundo e teríamos mais liberdade pra fotos... Ele morrendo de medo claro, tirou fotos da janela mesmo. Dizem que os animais se parecem com os donos, a Julie não parava quieta, conclusão, nenhuma foto aproveitável...Assim que terminamos de tirar as fotos fui ao ataque (rsrs). Pulei a janela, arrastei ele pro banheiro e ai sim beijei e amassei ele direito, o que já estava querendo fazer desde o primeiro beijo roubado do dia...

Já estava ficando tarde e o primo não voltava. Ou seja, sem shopping aquele dia... Mais isso eu já sabia desde o momento q meu primo disse voltaria rapidinho... Meu tio resolveu ir embora... e tambores rufaram (rsrs)! Ficaríamos sozinhos? Sexo a tarde? A historia do filme horroroso de ontem havia sido escrita? (rsrs)... No mesmo instante meu primo chegou e mais uma vez nada de ficarmos sozinhos... Fomos pra sala, assistíamos TV, eu meu primo e meu namorado (olha que fofo poder dizer isso) conversamos até que minha avó chegou... Ficamos na sala assistindo Pânico na TV.Dessa vez eu e ele no mesmo sofá. Ele sentado e eu deitado, aproveitei pra carinhosamente com os pés lhe acariciar... Começou a esfriar e meu primo pegou um edredom e se cobriu, foi quando resolve pegar uma colcha, nos cobrir e ficar mais a vontade para acariciar ele.Ficamos assim por um tempo até q ele se levanta e fala q vai dormir... Eu tento despistar, mas não consigo quase em seguida vou dormir também... Entro no quarto fecho a porta. Escovo os dentes, ele me empurra contra a parede, me beija loucamente e fiquei sem ar... Começamos na cama e logo fomos para o colchão no chão... Domingo o ritmo foi mais intenso... tudo estava ótimo mas eu comecei a me sentir mal, e não consegui continuar... fiquei sem graça mais um vez, tomamos banho e voltamos pro cholcão... começei a beija-lo e o clima foi esquentando com os amassamos e me senti melhor e nós dois gozamos...
Enfim, outro banho e um dos momentos q vão ficar pra sempre na memória aconteceu... Ele se sentou encostado na parede igual ao dia anterior e eu me deitei sobre ele... ficamos conversando , sobre nós, sobre tudo... Mas ele de uma forma muito fofa pediu pra invertermos, eu me encostei na parede e ele se encostou em mim...Foi quando mais acariciei ele... Foi mágico, fofo, romântico, e definitivamente seguro. =D

Começou a amanhecer e já nos enxergávamos bem no escuro... Ai fiz o que já queria ter feito amais tempo, mas aquele momento perfeito permitiu eu fazer de uma forma mais romântica, tirei meu brinco e lhe dei. O um motivo pra fazer isso, é porque era algo meu, mais o mais importante é porque ele havia dito que foi que do tinha em visto de brinco que tinha se apaixonado pro mim..., Ou seja aquele brinco representava nosso amor =D

E mesmo ele com horário pra pegar o ônibus, não conseguíamos sair do quarto, sabíamos que era nosso ultimo momento juntos por tempo indeterminado... Quando conseguimos sair, devoramos o café, e saímos... no ônibus, não quis admitir a ele,mas estava realmente passando mal, muito tonto, dor de cabeça intensa, e me sentindo fraco... Chegamos em cima da hora do ônibus dele... Demos um abraço forte e uma pausa que nos encaramos que foi praticamente um beijo, invisível a todos, mais sentido por nós dois... fiquei olhando ele de longe entrando no ônibus, esperando ele me olhar de novo e se despedir, como tava cheio e ele se distraiu e não me viu, me virei subi comprei minha passagem e ainda bem que fui no ônibus executivo e lá tinah água, fiquei pior q antes... Cheguei em casa, tomei um banho e mandei um mensagem pra ele...



A distancia é um problema?Sim é, mas eu nunca gostei das coisas fáceis mesmo (rsrs) e pelo amor mais forte e sincero q já senti a distancia não é nada....

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Domingo, 23 de maio de 2010 - Versão Vinny




Ele estava dormindo como um anjo. Essa foi a visão que eu tive na manhã de domingo. Isso depois de eu ter dormido tão profundamente que sonhei que estava lá com ele, e acordei assustado achando que alguém iria derrubar a porta do quarto. Ledo engano. Se não fosse essa bobeira, a gente podia ter ficado mais tempo no quarto. Mas mesmo assim foi bom porque eu fiquei sentado olhando ele dormir, até que ele acordasse. Mesmo a gente sabendo que tinha que levantar e sair do quarto, antes que todo mundo estranhasse, a gente não conseguia se desgrudar. Cada segundo, cada momento era precioso demais. Só que a gente tinha que ir, né?
A gente saiu do quarto e vimos que a casa estava vazia. (Frustração) Sim, podíamos ter ficado mais tempo no quarto. Mas a grande questão do dia era: o que iríamos fazer? A gente ia sair, não ia, o que ia acontecer? Bom, um outro tio dele chegou em casa e passou o dia lá, e levou também a filhinha mais nova, que é um amor.

Durante o dia, sempre que dava, a gente trocava uns beijinhos. Decidimos que íamos no shopping e passamos a tarde conversando. O primo dele quis ir conosco, mas ia sair pra outro lugar antes, então tivemos que esperar. A gente viu o filme que estava passando na televisão, junto com o resto da família, e mesmo assim ele me lançava uns olhares de vez em quando que me deixavam louco. Até que eu pedi para ir para o computador escrever sobre o filme horroroso que eu tinha visto no dia anterior. Ali, eu vi ele sentado na janela, olhando pro nada, do mesmo jeito que ele estava na foto que eu mais gostava dele. Às vezes ele sentava mais perto, às vezes mais longe, me observando escrever – o que ele disse que foi muito fofo de olhar. Mais fofo eram os beijos que ele me dava enquanto a gente estava ali, vivendo perigosamente já que o tio ainda estava em casa, mas a avó tinha ido para a igreja.

Fui buscar a câmera para tirar fotos, mas a tentativa foi um tanto frustrada. Ele disse que queria umas com a cadela dele, já que ele não tinha muitas, e então ele foi brincar com ela enquanto eu tirava as fotos (nem morto eu chegava perto dela!) Ele foi com ela até o quintal de trás, e eu fui para o último quarto, cuja janela dava para esse quintal. Uma das fotos dele que eu mais gostei foi essa, onde ele estava na janela. Óbvio que eu dei um beijo nele ali também. Não sei bem que hora foi, mas teve um momento em que ele entrou em casa pela janela do quarto e me arrastou pro banheiro, me beijando lá dentro com a porta fechada. Convivendo lado a lado com o perigo de sermos pegos.

De volta ao computador, esperando o tio dele ir embora, já que íamos ficar sozinhos, ele tirou uma foto minha sentado no computador escrevendo – ou isso foi antes? Não lembro, mas lembro da espera pelo tio ir embora, e ele tinha acabado de fazer duas fornadas de pão de queijo. Agora a gente ia ter que comer. E o tempo estava passando rápido, já era noite e o primo não voltava. Ou seja, sem shopping aquele dia. Àquela altura já estávamos conformados em ficar em casa, quando o tio foi embora, mas o primo chegou. Ele fez uma cara de decepção tão grande, que foi muito visível para o primo, que perguntou “O que vocês estão escondendo?”. Era a vontade de ficar sozinhos que estava sendo morta naquele momento. Mas ainda tinha a noite toda.

Foi-se um tio, chega-se outro. O tio do dia anterior, mais a esposa, vieram e ficaram mais um pouco. Até que ela era muito legal de se conversar. E foi só o que fizemos depois, mesmo quando os tios foram embora. Aproveitamos o clima, eu, ele e o primo, para conversar sobre o que a gente achava da causa gay, dos problemas da sociedade com isso, e dos nossos próprios problemas. A conversa estava fluindo naturalmente. Até que a avó chegou e o assunto mudou de rumo.

Não fizemos nada mais além de ver TV naquela noite. Tinha sobrado lasanha do almoço e a gente comeu. Quando voltamos pra sala, ele, que sempre sentava no sofá mais longe, sentou no meu sofá e ficou deitado com os pés me tocando. Sempre com os olhares que ele me dava. E eu de olho no primo pra ver se ele não estava vendo. Afinal, o problema ali era que eu, até então um desconhecido de todos, estava entrando no espaço deles, não importava se era o namorado de alguém da família e mais: justamente por isso, era estranho levar o namorado na casa da avó!
Mas quem disse que eu, ou ele, ligávamos pra isso? A uma certa altura ele foi buscar uma coberta, porque realmente estava frio, e colocou sobre os pés. Minha mão foi rapidamente pra debaixo da coberta e eu fiquei massageando os pés dele. Ele disse que o primo viu, mas eu não reparei.

O tempo estava passando e eu só estava esperando o momento certo pra levantar dali e ir dormir. Não agüentava esperar mais o momento de ficar sozinho com ele de novo. Quando decidi ir, me despedi do primo, porque não sabia se ia vê-lo no dia seguinte. Fui para o quarto pensando já no que eu faria pra ele, já que era a última noite e eu queria que fosse melhor pra ele do que pra mim, sabe, deixar mais uma boa lembrança.

Quando ele chegou, acho que só foi o tempo de escovar os dentes pra eu atacar ele e encostá-lo contra a parede. Sei que naquele momento eu beijei muito, mas como se nunca mais fosse beijá-lo. O tempo estava acabando e eu tinha que aproveitar. Foi uma noite incrível e especial. Começamos na cama e logo fomos para o colchão no chão, onde a gente ficava mais a vontade. Tenho a impressão de que foi mais intenso dessa vez, porque demorou mais todos os movimentos. Fizemos amor em todas as posições possíveis, mas ele se sentiu um pouco mal depois e a gente teve que parar.

Sem problemas. A gente foi para o chuveiro tomar um bom banho gostoso para revigorar a nós dois. Nesse fim de semana eu tinha ficado preocupado em fazer ele gozar, o que aconteceu depois do banho. Voltamos para o colchão e ficamos nos nossos amassos habituais tão gostosos, e ali a gente ficou se tocando até que os dois gozassem. Claro que a gente precisou de outro banho depois.

Ele foi tomar uma água, ainda estava se sentindo um pouco mal, e quando ele voltou ficamos agarradinhos e dormimos. Devemos ter dormido só até umas 3 da manhã, e depois ficamos o resto da noite conversando. Foi um momento bom em que relembramos tudo pelo que tínhamos passado e as coisas que ainda iríamos passar. Teve uma hora que eu sentei na posição do dia anterior, que eu tinha gostado, com ele sentado na minha frente, encostando a cabeça no meu peito e eu o abraçando. Ficamos assim por um bom tempo, depois deitamos e a gente reparou que nós tínhamos um lado preferido. Ele o direito, eu o esquerdo.

Até nisso a gente se completava. Foi quando eu tive a idéia de inverter as posições. Ele sentado encostado na parede e eu no colo dele, com a cabeça encostada no seu peito. Não sei porque eu, sempre tão egoísta quando se trata de carinhos, naquele momento me entreguei. Fiquei totalmente na dependência dos carinhos dele e conversamos um pouco mais. Aquele momento foi o meu preferido. Foi a cena que ambos escolhemos para ficar na memória. Um momento mágico e especial que era como se eu tivesse dito que, assim como ele tinha dado o coração dele pra mim, eu tinha feito o mesmo.

O dia estava amanhecendo. Já podíamos ver o rosto um do outro quando ele fez a coisa mais linda daqueles três dias. Ele me deu o brinco dele. E não só como uma lembrança qualquer. Ele disse que queria me dar o brinco porque foi quando eu o vi de brinco a primeira vez que eu me apaixonei de verdade. E foi mesmo. Mas nunca imaginei que aquilo iria ficar simbolizado em alguma coisa e ali estava, materializado na minha frente numa forma tão pequena, mas muito especial. Fiquei sem palavras e quase chorei. Dei o abraço mais apertado e afetuoso que eu consegui.

O dia estava terminando – ou começando? – e a gente não conseguia se desgrudar. As horas foram passando e eu prometi a ele que iria voltar. Que iria passar rápido e pedi a ele para me esperar, que eu voltava. Nunca amei assim na vida. Não sei se vou amar de novo assim na vida. É por isso que com ele é especial e não quis perder o que a gente tinha. Eu tinha que voltar pra casa, mas quem disse que eu conseguia?

Faltando alguns minutos pra gente ir, ele me agarrou mais uma vez e foi muito intenso. Tanto que ele me fez gozar mais uma vez. Não vou esquecer a química que a gente tem, o fogo que se forma quando estamos juntos e os momentos que ele me proporcionou. O cara mais lindo, mais quente e mais gostoso com quem eu já fiquei. E ele era meu. Meu namorado.

Fui tomar banho e me arrumar. Nos beijamos mais, nos despedimos mais, e deixamos a casa com tanta rapidez que eu achei até falta de consideração com a avó e com a casa, que me deu o melhor fim de semana da minha vida. Mas eu tinha que ir, ou perdia meu ônibus (nota para a próxima viagem: não comprar a passagem de volta com antecedência). O transito na ida não ajudou muito, tinha um engarrafamento e eu estava com medo de perder o onibus. Mas a uma certa altura nem ligava pra isso. Se atrasasse, eu podia ficar com ele um pouco mais de tempo. Conseguimos um lugar no ônibus onde podíamos sentar juntos e até ali ele foi fofo, mesmo com sono e se sentindo mal. Demos as mãos e eu não queria mais desgrudar dele. Aproveitei o transito para tirar a única foto nossa, já que eu não consegui tirar fotos na casa e não ia ter tempo depois.

Quando descemos do ônibus, a anta aqui ainda errou o caminho e foi para o lado errado. Quando encontramos o caminho certo, eu tinha que correr. Queria ainda ir com ele comprar a passagem dele, do ônibus dele, mas não dava tempo. Cheguei com o ônibus já na plataforma. Tinha que me despedir e dei um abraço nele deixando meu coração com ele, prometendo que eu iria voltar. Por um pouquinho não dei um beijo nele ali, em público, não estava ligando. Pena que não dava. Nos despedimos. Eu disse Eu Te Amo. Ele me disse Eu Te Amo. E eu fui para o ônibus. Queria ver aonde ele tinha ido mas não consegui. Passei as próximas 6 horas pensando na viagem que faria de volta (mentirinha, dormi 3 delas rs).

A primeira coisa que fiz quando cheguei em casa, 6 horas depois, foi colocar o brinco dele em um cordão, pra eu usar sempre. Levar aquele pedacinho dele junto do meu coração. Tive que colar as pontas, porque o brinco tinha quebrado, mas não faz mal. Aquele brinco era a minha lembrança daquele fim de semana perfeito. Eu ia voltar a vê-lo no skype no mesmo dia. Mas nunca mais ia vê-lo da mesma forma. Era meu namorado quem estava ali do outro lado da tela. E eu o amo mais do que tudo. Minha vida mudou, minha mente mudou. Se a distância vai ser um problema? Claro que vai. Mas os problemas servem para serem resolvidos. E é isso que eu vou tentar fazer. Pelo amor mais puro que eu já tive.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Sábado, 22 de maio de 2010 Versão Leandrin

Acordei no paraíso me sentindo o mais feliz dos mortais. Estava escuro ainda, pouco tempo antes de amanhecer, ficamos nos acariciando e beijando enquanto ia clareando. Aos poucos íamos nos enxergando no escuro, aqueles olhos lindos brilhantes me encaravam, aquelas mãos me acariciavam, quando ele vira e me pede em namoro e de uma forma tão mágica que nem ouso tentar explicá-la. E eu aceitei imediatamente. Era isso queria não restava duvida, faria o possível e o impossível para tê-lo comigo. Saímos do quarto dando vários beijos porque não sabíamos quando poderíamos beijar novamente.

O apresentei a meu primo Leo. Fomos pra frente da TV e lá ficamos em sofás separados, mas meu desejo era me deitar sobre seu colo e dar muito carinho... Almoçamos pegamos um ônibus e fomos pro Shopping. Chegamos compramos ingressos pro Fúria de titãs e ficamos andando pelo shopping. Vimos roupas, tênis, e cartões de namorados, um mais fofo que o outro e o Marcos me convida pra um lugar onde pudéssemos conversar, fomos pra praça de alimentação. E ele me fala sobre as conseqüências de estarmos namorando e o que efetivamente isso significaria. Nosso namoro se oficializou.

Nos encaminhamos pro cinema, já me imaginava o beijando e abraçando, mas o cinema lotou. Ficamos de mãos dadas, e como sei do seu fascínio por filmes não tentei beijá-lo, não queria atrapalhar ele a ver o filme. Por varias vezes eu parava de assistir e ficava só olhando pra ele, admirando seu rosto, sua boca, seus olhos. Acho que ele nem percebeu que o encarava tão fixamente, peguei sua mão e comecei a massageá-la, queria expressar todo meu amor por ele, e quando uma cena escura apareceu, ele veio e me roubou um beijo.

Cansados com essa confusão de ônibus resolvemos pegar um táxi, ao passar por um trecho deserto eu lhe roubo um beijo. Chegamos em casa fechamos a porta do quarto ele mal tinha tirado o tênis e o casaco quando eu comecei a tirar meu cinto, vejo aquele olhar de desejo pra mim. Me aproximo dele pego o cinto, passo por seu pescoço e o puxo pra perto de mim matando meu desejo por um beijo seu. Beijávamos-nos loucamente nervosismo não mais, queria compensar a noite passada sendo mais ousado.Acho q realmente gostei dessa historia de cinto porque tirei o cinto dele e repeti a cena anterior, agora com ele sobre mim... E foi o que aconteceu,quando conseguimos parar de nos beijar arrumamos a cama no chão, ele me pergunta se estou preparado.

Digo que sim e aproveito aquele momento, todas as 4 vezes, cada uma especial a seu jeito. sempre imaginei que seria bom, mas nesse caso foi espetacular, pois era feito com muito amor, e desejo é claro. Numa única noite aprendi todas as principais posições. Mas isso é algo q só interessa a nós. Tanto é q pras minhas amigas, não contarei muitos detalhes. Apenas o como foi bom e maravilhoso. Depois ficamos abraçadinhos, conversando sobre nós, sobre tudo. Numa das posições que me marcaram muito. Ele sentado encostado na parede e e deitado sobre ele. Me senti protegido e seguro,como se nada mais importasse, e realmente nada mais importava,apenas ele junto a mim. Fazendo de tudo para que aquele momento não acabasse, era o segundo dia mais um vinha pela frente e não queria pensar na despedida agora.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sábado, 22 de maio de 2010 - versão Vinny

A noite foi maravilhosa. Naquele dia senti que deveria estar ali por ele. Mesmo ele parecendo nervoso, o que é natural na posição que ele se encontrava, era tão fofo o jeito que ele estava, o jeito que ele me olhava, o jeito que ele me abraçava. Aliás, ele me deu um abraço muito, mas muito forte. Naquela hora eu sabia que eu iria querer aquele abraço pra sempre. Dormimos um pouco e quando acordamos ainda no meio da noite, ficamos nos abraçando e beijando de uma forma que eu particularmente adorei. Ele estava sentado no meu colo, de frente pra mim, então pude apertá-lo contra o meu corpo várias vezes, e assim beijá-lo melhor. Não demorou muito para eu colocá-lo deitado de novo e foi olhando pra ele do alto que eu o pedi em namoro. Ele aceitou e eu estava tão feliz que não pensei nas conseqüências do que eu tinha acabado de fazer. Mas tudo bem, tínhamos mais dois dias pela frente pra estabelecer as regras do jogo. Eram mais de seis horas da manhã quando fomos dormir, mas acho que eu dormi mais do que ele naquele dia...

Acordamos, visivelmente cansados, apenas algumas horas depois. Eu fui pra sala pra assistir televisão, estar ali naquele ambiente me deixava um pouco desconfortável. Afinal, eu estava na casa dos parentes dele e não conhecia ninguém ali, e eles não sabiam de nós. Mas mesmo na sala, quando eu estava no sofá, e ele em outro sofá mais longe, ele era fofo. Ficava me olhando de longe, me lançando beijos e olhadas lindas, e eu sabia que a vontade dele era de chegar mais perto, assim como a minha também era. Porém, a casa estava muito cheia de gente, para fazermos isso.

Passamos o início da tarde assim, trocando olhares e um ou outro beijo esporádico. A idéia para aquele dia era que assistíssimos a um filme e depois iríamos voltar para a nossa boate – aquela do dia anterior que ficou pra sempre marcada na minha memória. Quanto ao cinema, ele tinha que conhecer esse meu lado, saber como é ir no cinema comigo (rs). Depois de mais uns momentos de sufoco para achar o ônibus certo para chegar no shopping, finalmente saímos de casa e dessa vez não foi tão estranho estar no mesmo ônibus que ele. Sabíamos que a noite anterior tinha dito tudo o que queríamos saber.

Quando chegamos no shopping, fomos direto comprar os ingressos do filme – Fúria de Titãs – e depois demos umas voltas pelas lojas. Vimos algumas roupas, conversamos um pouco, mas eu queria mesmo sentar em algum lugar e conversar com ele. Foi na praça de alimentação, com dois copos de refrigerante, que a gente conversou. Colocamos os pontos de vista de cada um ali, e assumimos o nosso namoro como uma das tarefas mais difíceis que iríamos realizar, mas que valia a pena. Eu sabia naquele momento que era loucura, mas eu estava totalmente “I don’t care!” naquela hora. Não me importava quantas viagens eu iria ter que fazer pra BH, eu queria namorar com ele. E se ele estivesse de acordo com a loucura toda, eu iria me esforçar pra isso acontecer. E foi o que aconteceu, ele concordou. Conversamos também sobre o porque ele estava nervoso no dia anterior e eu deixei bem claro que só iria acontecer o que ele quisesse. Não fui ali atrás de outra coisa, a não ser o coração dele.

Quando entramos no cinema, achamos que iríamos ficar mais à vontade, mas filme em estréia sempre lota cinema. Por sorte, o filme ajudou sendo um saco, e eu pude curtir muito mais as minhas mãos dadas com as dele, acariciando e fazendo massagem, praticamente o filme inteiro. Algumas pessoas olharam (ele jura que o cara na poltrona de trás chutou a dele), mas a gente tinha ligado o “foda-se” ali. Eu, particularmente, estava pronto para comprar uma briga com quem fosse. Uma hora, quando a cena no filme ficou mais escura, aproveitei para beijá-lo, e quebrei mais um paradigma meu. Geralmente não sou de namorar no cinema, mas era irresistível ver aquela carinha dele pedindo e eu não fazer nada. Beijei mesmo, e ai de quem reclamasse.

O filme acabou e nós voltamos para o shopping. O filme foi péssimo, embora a sessão tivesse sido ótima, mas não ótima o suficiente para nos fazer descansar. Estávamos cansados do dia anterior, a gente quase não tinha dormido e estávamos com fome. Não ia ter boate, quem sabe no dia seguinte. Conversamos mais um pouco, dissemos “Eu te amo” várias vezes e voltamos pra casa, de táxi, já que ficamos perdidos com relação ao ônibus de novo (rs).

Chegamos em casa, fomos direto pro quarto, e eu achei que pelo menos eu iria trocar de roupa. A minha surpresa foi que ele me atacou direto, assim que a gente chegou, acho que só deu tempo de tirar o tênis e o casaco. Aquele foi o princípio do que foi uma noite incrível. O que tinha acontecido com ele, eu não sei, mas ele estava outro, transformado, como se os medos dele tivessem ido embora. Ficamos agarrados, abraçados, nos beijando e trocando os carinhos e amassos mais gostosos da minha vida. Estava impressionado com o quanto ele sabia ser gostoso, mesmo sem nenhuma experiência. Experiência essa que deveria estar comigo, mas naquele momento não sabia muito bem o que fazer. Ele me deixava sem ar, sem o que pensar, e eu ainda tinha que pensar em fazer tudo com carinho, deixando ele à vontade, já que era a primeira vez dele.

Perguntei se ele estava pronto para avançar, se era o que ele queria. Ele disse sim. Começamos e tudo foi muito bom. Foi mágico e foi mais fácil do que eu esperava. Acho que ele estava bem mais relaxado do que o dia anterior, o que facilitou as coisas. Não vou entrar em detalhes do que aconteceu, prefiro manter isso na minha memória, porque certamente faremos de novo. Mas foi a melhor experiência da minha vida, sem nenhuma dúvida. Porque foi feito com amor, o mais sincero e puro amor que eu já dei e recebi. Foi fantástico. Todas as quatro vezes.

Ficamos abraçadinhos, e conversamos mais um pouco, uma das vezes numa das posições que eu mais gostei. Eu sentei encostado na parede e ele ficou no meu colo, deitado na minha frente. Foi lindo. Ele é lindo. Dormimos mais cedo, mas acordamos várias vezes à noite. Descansamos bastante, depois de termos nos cansado mais ainda (rs). E esse foi o segundo dia. Só tinha mais um pela frente, mas fiquei impressionado como estava passando devagar.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Sexta, 21 de maio de 2010 - Versão Leandrin

...

Ao entrar no ônibus em direção a BH meu coração disparou e mil coisas passaram pela minha cabeça. Como ele era e se ele gostaria de mim pessoalmente. Se teria química, física, historia (rsrs)... Enfim tudo me passou pela cabeça...
A viagem passou e fui me acalmando, e quando chegue à rodoviária meu coração disparou novamente. Fiquei esperando uns 15 mim e nada dele me ligar nem mandar mensagem, foi quando pensei que tudo havia acontecido naqueles 2 meses on-line tinha sido uma grande piada...Comecei a formular uma desculpa pra chegar a casa da minha avó sem meu "amigo" e percebo 3 chamadas não atendidas no meu celular, sai a procurá-lo quando do ele me ligou novamente e ao atender diz que esta atrás de mim. Damos um abraço e começamos a conversar sobre outros assuntos. Perguntei a aonde iríamos e ele disse não saber e sugeri que fossemos a casa da minha avó diretamente. Foi quando começou toda a saga em busca do ônibus correto (rsrs) eu sabia o ônibus mas num tinha nem ideia de onde ficava o ponto, andamos dum lado e pro outro perguntando informações. mas ninguém sabia ¬¬'


     Enquanto tudo isso ocorria tinha medo de parecer frio e insensível por só conversar e falar sobre o ônibus. Voltamos à rodoviária já dispostos a pegar um táxi e pensei em ir no guichê pedir informações, ela nos informou, nos deu um mapa e partimos e quase 2 horas procurando o ponto kkk entramos no ônibus, e sentamos lado a lado. Ele olhou pra mim ergue a sobrancelha assim como fazia no skype, e meu coração disparou ficamos em silencio um tempo e me perguntou o que achei dele. Falei que ele era o que tinha visto no skype, mas q agora era em 3D e por enquanto sem touch screen rsrs) ele diz que achou de mim e ... Por algum motivo esse assunto morreu, e  ficamos em silencio. Hora do rush, carros engarrafados, corações desamparados (nossa pra que essa filosofia toda kkkk) ... tinha começado a achar que não tínhamos química, e que ele não gostou de mim pessoalmente. Quebrei o assunto busão, e comentei os assuntos paralelos que surgiram. Ele disse que era só descermos do ônibus que tudo seria diferente. Chegamos 2h depois, ou seja, passamos o dia no ônibus. Cheguei cumprimentei minha avó apresentei o Vinny, coloquei as malas no quarto fomos tomar café e aconteceu a cena mais constrangedora da viagem. Sentamos os três na mesa e o silencio dominava a cena, e começou aos poucos o interrogatório kkk de onde era e tal, e me deu conta que devíamos ter ensaiado nossa desculpa para nos conhecermos na viagem kkk tudo ocorreu certo embora um tentativa frustrada de comunicação pelos olhos tenha acontecido. Fomos pro quarto e decidimos nos arrumar pra ir à boate já que chegamos tarde. Fomos tomar banho (separados infelizmente rsrs), e depois tentei ligar pro meu primo que trabalha no BH shopping iríamos até lá e ele nos levaria até a Josefine. Tudo isso porque queríamos uma boate com uma mesa onde poderíamos conversar e nos pegar livremente kkk Tentamos descobrir pelo minha avó, pela internet e nada dava certo, foi quando o lado "dominador" do Vinny assumiu o comando kkk descobriu os ônibus mais ou menos e saímos... ao entrar no ônibus descobrimos que ele estava indo pro lado errado kkk E quando nos conformamos que passaríamos o dia sentado em ônibus o motorista nos trocou pro ônibus certo. E ao entrar no outro bus olho as horas e percebo que não chegaremos a tempo no BH shopping e é a vez do meu lado dominador assumir kkkk ,digo que passaríamos em frente a uma boate q já sabia como chegar. Onde tinah ido uma vez já e que mesmo sem as mesinhas da "pegação", iriamos nela mesmo...Ao chegar em frente a boate era cedo ainda e não tem quase ninguém lá ainda. Nos sentamos num banco e foi o primeiro momento que paramos o assuntos do ônibus e começamos a falar de nós. Ele se sentou de pernas cruzadas de frente pra mim eu de lado (idiota e indiferente como só eu sei ser ¬¬’...) sua mão acariciou lentamente, suavemente e lindamente meu joelho. Por mais simples que tenha sido foi, incrível. Não suportando ficar tão perto e ao mesmo tempo tão longe. Sem poder lhe tocar, o convenci a entrarmos na boate. Entramos e mal deu tempo de dar uma olhada no 1° piso que era o único que conhecia já q da ultima vez que tinha ido o 2° piso tava fechado, ele me convidou a ir lá em cima. Ao chegar lá em cima e me deparo com as mesinhas quase morri de felicidade kkkk. Nos sentamos, ele se aproxima de mim pra me falar algo.E aconteceu uma cena que quero sempre me lembrar:


Vinny: O ruim é que com o barulho não dá pra conversar direito
Leandrin: Mas é bom que temos q falar bem pertinho do ouvido...
Vinny: é bom né? (com a um voz toda sexy)
Leandrin : aham (gemendo já kkk)

Nos Entreolhamos por alguns segundos e... O primeiro beijo aconteceu *_*



Depois abracei ele forte e ele me disse o quanto estava feliz, que me amava muito (meus olhos enchem de lagrimas só de lembrar) e eu disse o quanto o amava e que enfim estávamos juntos. Esse foi apenas o 1° dos muitos beijos que vieram depois, o único momento que lembro que parei beijá-los foi quando fui comprar refrigerante(rsrs). Nos beijávamos e nos acariciávamos e parecia não haver nada nem ninguém em volta só eu e ele..Só ele importava, queria apenas beijá-lo tocá-lo.

Saímos da boate pegamos um táxi até o ponto de ônibus e enquanto esperávamos no ponto de ônibus ele me rouba um beijo. Fiquei sem reação mais amei aquilo, tanto é que ao longo do finde sempre que possível lhe roubava um beijo (rsrs). No ônibus voltamos de mãos dadas e quando passamos por um trecho escuro retribui o beijo roubado. Voltamos e graças a mim paramos no ponto errado e tivemos que andar um pouco mais. De certa forma até isso foi bom, voltamos olhando as estrelas e ele passa o braço e andamos assim por um tempinho, e depois ele tirou o braço. Chegamos, comemos algo e fomos pro quarto. Lá sugeri colocar 2 colchões no chão e dormimos juntinhos, uma das clausulas do nosso "contrato" (rsrs). Eram 3 clausulas, beijo roubado já tinha ocorrido, dormir juntinho, e um abraço de urso que ocorreu só depois. Trocamos de roupa e momentos antes de apagar as luzes pra ir pra cama já estava em pânico (rsrs). Respirei fundo, apaguei as luzes e fui a seu encontro, ficamos nos abraçando e nos beijando, e o nervosismo me dominava ao mesmo tempo que queria ficava nervoso. Ele me diz que nada precisaria ocorrer. E me abraçou bem forte, fofo como só ele sabe ser. Foi quando tive certeza que com ele gostaria de estar, era ele que amava inteligente,carinhoso, sexy, gostoso e acima de tudo me respeitava. Não sei como podia me sentir nervoso mesmo ele sendo tão carinhoso e tão romântico, porem esse momento foi essencial para que me sentisse seguro e confortável com ele. Cumprimos o acordo, dormimos juntinhos, dormi com um anjo a meu lado não podia ser melhor. Foi o fim de um dia inesquecível que ficará marcado pra sempre em minha memória, mas era apenas o primeiro dia...

Sexta, 21 de maio de 2010 - Versão Vinny

Pra conhecerem melhor a história, nós vamos contar como foi o nosso primeiro encontro. Cada um tem a sua versão da primeira vez que nos vimos e é isso que vamos compartilhar.

Sabe quando você fica com o coração na mão e uma sensação de que sua vida nunca mais vai ser a mesma? É assim que eu estava da primeira vez em que eu fui pra BH. Não sabia o que ia me acontecer lá, mas só sabia de que iria roubar um beijo dele. Esse era o acordo.

Quando eu o vi primeiro eu fiquei pensando em como a gente ia começar o assunto que nos levou até lá, o nosso halfway. Afinal, ele mora em Divinópolis, eu moro no Rio de Janeiro. Nos conhecemos muito por acaso, como essas coisas que as pessoas dizem que é o destino, se é que ele existe. Foram dois meses conversando, trocando ideias, assuntos, opiniões, e a partir de um certo momento, olhares. Foram dois meses intensos em que nós só tinhamos a imagem que a webcam deixava passar através da conexão. Eu tinha que ir vê-lo, tinha que tirar esse sentimento a limpo. Já estava apaixonado, já tinha dito "Eu Te Amo" várias vezes e já tinha ouvido também. Mas faltava o pessoalmente, o cara a cara. Foi quando comecei a contagem mais doida da minha vida: a contagem para o momento em que ambos iríamos para o “Halfway”, o meio do caminho pra ambos.

Depois de nos encontrarmos, visivelmente com aquela aparência de “e agora?”, ficamos rodando pela cidade pra encontrar o caminho pra casa. Ele não sabia chegar lá, eu muito menos, mas a gente deu um jeito. No total, pra mim, foram 11 horas de viagens de ônibus até que a gente pudesse parar.

Já estava decidido que a gente iria para uma boate na mesma noite. A idéia era não ficar em casa por muito tempo. Quando fui me arrumar, eu me vesti pra chamar atenção, confesso. A roupa que eu estava, toda preta, foi comprada pensando nele. Depois de mais uma pequena enrolação sobre como chegaríamos lá, saímos de casa e fomos para a boate.

Caminhamos um pouco do ponto de ônibus até lá, mas ainda estava sem palavras sobre o que falar com ele. O assunto fugia um pouco, mas hoje eu sei que foi porque ambos estávamos pensando no que falar. Chegamos em um banco, na porta da boate, onde a gente fez um horinha pra entrar, mas a parada não poderia ter sido mais oportuna. É como se o vento gelado da noite tivesse nos dado a coragem necessária pra falar aquilo que a gente queria. A gente se olhou e naquele momento eu queria pegar na mão dele mais do que tudo, mas ainda estávamos do lado de fora. O banco foi o nosso momento de transição, dos melhores amigos de skype para o que seria o maior amor da minha vida.

Entramos na boate por volta das 23:30, demos apenas uma olhada no local. Ele queria algum lugar que tivesse mesas, pra gente ficar a vontade e não é que lá estavam elas, no segundo andar? Sentamos, a música estava alta, mesmo sendo só MPB, e essa foi a nossa desculpa pra falar perto do ouvido um do outro. A pouca distância da minha boca pra dele fez todo o trabalho. Quando vi, já estava beijando seus lábios, mais doces do que qualquer mel do mundo. Durante toda a noite foram poucas as vezes que paramos para falar ou dançar ou fazer outra coisa. Nunca beijei tanto alguém assim na mesma noite, direto, sem parar. Naquele momento eu sabia que era ele que eu queria. Tinha que lidar com a distância ainda, mas achei melhor deixar isso só para o último momento e aproveitar o fim de semana que eu tinha pela frente. O melhor da minha vida.

Na saída, ficamos de mãos dadas ainda um pouquinho na rua, até termos decidido pegar um taxi pra voltar pra casa. Eram 3 da manhã. Fomos apenas até um ponto de ônibus para pegar o ultimo que saía naquela noite. Foi no ponto de ônibus que eu roubei o beijo dele. Disse que eu ia roubar e roubei. No ponto tinha uma coisa esquisita, que até hoje não sei se era homem ou mulher, mas pegou o ônibus conosco e sentou atrás da gente. Lá, ficamos de mãos dadas, demos uns beijinhos, mas a viagem passou rápido. Descemos no ponto errado, e tivemos que andar mais um pouco até a casa da avó, mas também foi bom. Olhamos para o céu e vimos as estrelas. Momento romântico antes da noite romântica que continuaríamos a ter.

Quando voltamos pra casa, comemos alguma coisa, pois já era tarde, mas não fomos dormir. Ficamos abraçados a noite toda, nos beijando, nos acariciando, da forma mais linda e apaixonada. Sei que foi precipitado o que perguntei logo em seguida, quase quando estávamos dormindo. Mas não queria perder ele de vista por um detalhe bobo como a distância. Pedi a ele pra namorar comigo, ou pelo menos, tentar ver se a gente supera a distância. Passei a ser o homem mais feliz do mundo porque ele disse sim. Ficamos abraçados um pouco mais, afinal faz frio em Minas. Quando dormimos, eu parecia estar no paraíso. E estava mesmo. Esse era apenas o primeiro dia.